Levemente atrasado, só passando aqui pra divulgar que a PC&Cia número 92 já pode ser obtida em formato PDF, diretamente do site da revista.
A revista está disponível para download AQUI. Boa leitura!
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Câmeras compactas e reflex: tão distantes quanto antigamente?
Antigamente, na época do filme fotográfico, havia uma distância enorme entre as câmeras compactas que a maioria das pessoas tinham e as câmeras SLR (Single Lens Reflex), restritas a amadores avançados e profissionais. Isso até hoje serve como mote pra dizer que uma compacta nunca chegará aos pés de uma reflex. Porém com o digital mudou muita coisa, será que isso ainda é verdade? É o que pretendo avaliar.
Há de se concordar que havia uma distância absurda entre uma compacta analógica e uma reflex. Salvo uns poucos modelos de compactas avançadas, a grande maioria não possuía autofoco, recorrendo a um expediente conhecido como distância hyperfocal [1], em que é ajustado uma distância focal fixa que permita que qualquer assunto localizado entre metade dessa distância e o infinito estejam "razoavelmente nítidos". Para conseguir que esse recurso oferecesse uma cobertura razoável (de cerca de 1 metro ao infinito) era necessário utilizar aberturas bem pequenas (f/8, f/10 ou menos), limitando muito a entrada de luz, de forma que qualquer foto que não fosse ao ar livre já exigia o uso de flash para ter uma boa exposição sem ficar tremida.
Uma das principais vantagens das reflex era o visor TTL (Through The Lens), isto é, o fotógrafo observa a cena através da mesma lente que será utilizada para a captura da foto. Na compactas de filme, a imagem era vista por um visor direto localizado acima da lente, levando ao erro de paralaxe, pois existe uma diferença entre o que é visto pelo fotógrafo e aquilo que será capturado pela câmera. As reflex tinham vantagem por terem um grande conjunto de ajustes, como tempo de exposição, abertura do diafragma, foco manual e a escolha da objetiva (lente ) mais adequada. Era difícil para uma compacta competir nessa situação.
Alguns recursos antes restritos praticamente a câmeras reflex passaram a fazer parte de quase todas as compactas digitais. Enquanto nas reflex é necessário recorrer a objetivas especiais ou filtro close-up para conseguir closes a poucos centímetro do assunto, a maioria das compactas oferecem modos macro capazes de focar a 5 centímetros ou até menos do assunto. O modo contínuo, que consiste em tirar várias fotos em sequência, que mesmo nas reflex analógicas é restrito (devido à complexidade de avançar o filme rapidamente, geralmente exigindo um acessório chamado motor drive) está disponível na maioria das compactas digitais, variando apenas a quantidade de fotos na sequência e a velocidade (fotos por segundo).
Atualmente há uma inversão e são as reflex digitais que estão copiando recursos das compactas. Há alguns anos era impensável ver alguém enquadrando pelo monitor numa reflex digital ou mesmo fazendo vídeos, hoje ambos os recursos são padrão em qualquer DSLR (Digital SLR), inclusive há cursos específicos para fazer filmagens profissionais com essas câmeras. Alguns episódios de seriados, como o House, foram gravados integralmente com câmeras Canon 5D Mk II.
Meu objetivo com esse post não era comparar filme x digital, e sim demonstrar que a evolução para o digital diminuiu a distância entre as compactas e as reflex. Uma compacta mediana de hoje tem condições de fazer fotos comparativamente muito mais próximas das reflex do que as compactas analógicas em comparação às reflex analógicas.
sábado, 31 de julho de 2010
Dica Rápida: Travando o foco em cameras Canon A Series
Um problema crônico de grande parte das compactas digitais é o foco em ambientes pouco iluminados ou utilizando zoom. Nessas situações, não é incomum a camera demorar ao encontrar foco ou mesmo não focar, prejudicando a experiência de uso e o registro de momentos únicos.
O que pode ser feito em vários casos é procurar algum objeto bem iluminado que esteja a uma distância similar à do assunto (o que será fotogrado), travar o foco nele (pressionando o botão do obturador até a metade) e depois recompor a cena. Embora seja uma técnica efetiva em diversas situações, ela pode causar problemas pela fotometria (cálculo de abertura da lente e tempo de exposição do sensor) ter sido realizada em condições de iluminação diferentes da cena fotografada, levando a fotos escuras ou mesmo claras demais.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
VMI será abandonado pela VMware
O VMI (Virtual Machine Interface) foi uma iniciativa da VMware em criar uma interface padronizada entre o ambiente de virtualização (hypervisor) e o sistema operacional da máquina virtual, com o objetivo de reduzir alguns dos gargalos existentes no desempenho das máquinas virtuais.
A proposta da VMware não era criar uma interface exclusiva para otimizar o desempenho de suas soluções virtualização, e sim definir um padrão aberto que pudesse ser adotado por qualquer hypervisor e que qualquer sistema operacional pudesse oferecer suporte.
O VMI permite a para-virtualização transparente, isto é, o mesmo kernel é utilizado tanto numa instalação em máquina física quanto em máquina virtual, se ajustando a cada situação. Em 2005, quando o VMI começou a ser divulgado, a principal referência de para-virtualização era o Xen, que exigia um kernel diferente para seu funcionamento na máquina virtual.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Instalando o VMware Tools no Ubuntu, passo a passo
O VMware Tools é um conjunto de drivers e ferramentas oferecidas pela VMware com o objetivo de otimizar o desempenho e compatibilidade dos sistemas operacionais em execução nas máquinas virtuais. Ele engloba várias características, como a parte de rede (vmxnet) , de disco (pvscsi), além da parte gráfica, incluindo aceleração 3D e integração do ponteiro do mouse entre a máquina virtual e o sistema hospedeiro.
Outro recurso oferecido em algumas soluções da VMware e que depende do VMware Tools é o Unity, que integra os aplicativos sistema convidado (máquina virtual) na interface gráfica do sistema hospedeiro, isto é, você pode executar aplicativos da máquina virtual como se fossem aplicativos do hospedeiro, visualizando apenas suas janelas e não o desktop do sistema convidado. Na Figura 1 pode-se ver o IE7 e o Windows Explorer do Windows XP sendo executados diretamente no Mac OS X, utilizando o VMware Fusion:
Figura 1: Unity funcionando no VMware Fusion
Assinar:
Postagens (Atom)